Protocolos

 

Pacientes com quadro neurológico agudo são imediatamente avaliados pelo médico plantonista na Sala de Protocolos e encaminhados para realização de tomografia de crânio – cujo laudo é disponibilizado em até 25 minutos da entrada do paciente no Pronto-Socorro. Concomitantemente, o neurologista clínico é acionado através de aplicativo de smartphone e, mesmo não estando no hospital, acompanha todo o atendimento “online” e tem acesso às imagens de tomografia. Nos casos com indicação de trombólise ou de procedimento percutâneo (trombectomia), o neurologista rapidamente vem ao hospital para conduzir o tratamento, minimizando os danos neurológicos ocasionados pela isquemia e garantindo o melhor resultado neurológico possível – o que se traduz em melhor qualidade de vida e funcionalidade ao paciente.

Entretanto, para que o paciente possa ser submetido ao tratamento preconizado, é fundamental que ele chegue ao hospital o mais rápido possível - em até 4 horas e 30 minutos após início dos sintomas no máximo. Passado esse tempo, os riscos do procedimento e o resultado final pouco satisfatório contra-indicam o tratamento.

Quanto mais rápido o paciente chegar, melhores os resultados funcionais após o tratamento - e melhor qualidade de vida.

Com o objetivo de garantir o rápido atendimento ao paciente com dor no peito e que possa ter um infarto em curso, foi instituído o Protocolo de Dor Torácica. Ao retirar a senha “Dor Torácica”, o atendimento a esse paciente é priorizado e ele é imediatamente conduzido à Sala de Protocolos para realização de eletrocardiograma e avaliação médica. Assim, além de garantir o imediato atendimento e identificação de um infarto, garantimos segurança ao paciente que possa ter isquemia miocárdica e complicações agudas (arritmia, parada cardíaca), direcionando-o para um leito monitorizado e com acesso a todos os dispositivos de reanimação.

A sepse, também conhecida como de septicemia, é um problema que ocorre nos pacientes com infecções graves, caracterizada por um intenso estado inflamatório em todo o organismo. Para esses pacientes, a identificação imediata dos sinais de sepse e início de antibioticoterapia em até 1 hora garante melhora significativa da sobrevida à infecção – e principalmente, diminuição da morbidade, tempo de internação, de reabilitação e volta às atividades. Para garantir que os pacientes com sepse sejam rapidamente identificados e tratados de acordo com diretrizes atuais ditadas pelo ILAS (Instituto Latino-Americano de Sepse), temos o Protocolo de Sepse. Ao apresentar 2 sinais de sepse, o paciente é rapidamente conduzido à Sala de Protocolos, avaliado pelo médico de plantão, submetido a coleta de culturas e administração de antibióticos conforme padronização preconizada pela Comissão de Controle de Infecções Hospitalares da instituição.

Para garantir que a vítima de acidente ou queda não desenvolva mais lesões durante o atendimento inicial, e seja visto de forma integral e multidisciplinar, padronizamos o Protocolo de Trauma. Ao chegar ao hospital, o paciente é acolhido pela equipe de enfermagem que, dependendo das circunstâncias do trauma, coloca colar cervical, prancha e encaminha o paciente à Sala de Protocolos. Cirurgião, ortopedista e clínico são imediatamente acionados para avaliar o paciente e decidem juntos a melhor forma de estratificar eventuais lesões e fraturas, dependendo do mecanismo do trauma e lesões secundárias potenciais.

Atenção!
Sucesso!